quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Progaganda nazi







A propaganda foi uma arma fundamental na inculcação dos valores e princípios nazis. Os Cartazes ganharam um lugar primordial na expansão da ideologia nazi.







7 comentários:

Marisa disse...

Durante a 1ª Guerra Mundial, as técnicas de propaganda foram organizadas e aplicadas para influenciar a opinião pública a entrar na guerra ao lado da Inglaterra. Hitler interessava-se e admirava os modelos de propaganda utilizados pelos ingleses. Na guerra, o objectivo da propaganda é sempre provocar o ódio. “A propaganda consiste em forçar uma doutrina nos povos inteiros. A propaganda actua na sociedade, no ponto de vista de uma ideia e fá-las maduras para a vitória desta ideia.” – palavras de Hitler no seu livro Mein Kampf. Quando subiu ao poder em 1933, Hitler estabeleceu um ministério da propaganda dirigido por Joseph Goebbles. Em Berlim, Goebbles torna-se o editor do jornal “Der Angrif” (O Ataque), que publicava constantemente difamações anti-semitas. Os objectivos do ministério eram assegurar que a mensagem nazi fosse espalhada através da arte, música, teatro, filmes, livros, rádio, material educacional e imprensa. O ministro da propaganda, Goebbles, tinha duas tarefas principais: assegurar que ninguém na Alemanha lia ou via ideias contrárias ao partido Nazi e assegurar que as ideias Nazis fossem expostas da maneira mais persuasiva possível.

Marisa Maganinho
11ºD

Anónimo disse...

Com o fim da 1ºguerra mundial,parecia que a democracia liberal se ia impor em todos os países da Europa.Na realidade o período entre as duas guerras acabou por ser um período negro para a democracia europeia.Pois desenvolveram-se movimentos políticos de extrema-direita favoráveis ao autoritarismo,isto é,apoiavam os regimes ditatorias, e eram a oposição a democracia parlamentar.Estes regimes ditatorias tiveram um maior impacto,nos países como a Alemanha, em que o partido Nazi teve um crescimento muito rápido,tanto em número de militantes como de eleitores.Isto deveu-se sobretudo:ao apoio financeiro de grandes indústrias;uma intensa propaganda através de jornais e rádios;realização de comícios e de grandes manifestações de rua e demonstrações de forças das suas milícias armadas tais como(SA-secções de assalto e SS-secções de segurança).Estes foram os meios de proganda política utilizadas pelos Nazis,que fez com que em 1932,Adolf Hitler fosse nomeado chanceler da Alemanha,cargo semelhante ao primeiro ministro.E em 1934,passou a acumular os cargos de Presidente da República e de chanceler,com poderes praticamente ilimitados e tornando o partido Nazi num partido único. Também em Itália o partido nacional facista,chefiado por Benito Mossolini,dispos-se dos seguintes meios de propaganda política tais como:milícias armadas os chamados(camisas negras); também era utilazada muita violência contra os opsitores;uma poderosa polícia política vigiava os cidadãos e encarregava-se de repressão;os jornais,o rádio e cinema também foram muito úteis,tal como são na actualidade.
Alemanha e Itália foram exemplos máximos de totalitarismo,porém,penso que hoje ambos são uma República parlamentar democrática tal como o nosso País.


Leopoldina sá 11ºE

Tiago Loureiro disse...

Durante a 1ª Guerra Mundial, as técnicas de propaganda foram cientificamente organizadas e aplicadas para influenciar a opinião pública a entrar na guerra ao lado da Inglaterra. Hitler interessava-se e admirava os modelos de propaganda utilizados pelos ingleses. Na guerra, o objectivo da propaganda é sempre provocar o ódio. A propaganda consiste em forçar uma doutrina nos povos inteiros. A propaganda actua na sociedade, no ponto de vista de uma ideia e fá-las maduras para a vitória desta ideia.
Quando subiu ao poder em 1933, Hitler estabeleceu um ministério da propaganda dirigido por Joseph Goebbles. Em Berlim, Goebbles torna-se o editor do jornal “Der Angrif” (O Ataque), que publicava constantemente difamações anti-semitas. Os objectivos do ministério eram assegurar que a mensagem nazi fosse espalhada através da arte, música, teatro, filmes, livros, rádio, material educacional e imprensa. O ministro da propaganda, Goebbles, tinha duas tarefas principais: assegurar que ninguém na Alemanha lia ou via ideias contrárias ao partido Nazi e assegurar que as ideias Nazis fossem expostas da maneira mais persuasiva possível.

Anónimo disse...

A propaganda Nazi foi elevada a um novo nível. Hitler estava consciente do valor de uma boa propaganda, a arte da persuasão – de persuadir os outros de que a sua política é que era a correcta. Podia dar a entender que o seu exército era demasiado bom e grandioso para ser derrotado, que o poder político sobre a nação é demasiado poderoso ou popular para o mudar, etc.
Hitler encarregou Joseph Goebbels como responsável pela propaganda Nazi, tendo este dois grandes objectivos:
-garantir que ninguém na Alemanha poderia ler ou ver algo contra o regime Nazi
-garantir que as ideias Nazis fossem mostradas da maneira mais persuasiva possível.
Para conseguir o sucesso nesta sua “missão”, Goebbels trabalhou com a SS (organização paramilitar ligada ao partido) e a Gestapo (polícia secreta do Estado, sob a administração geral da SS) e ainda com Albert Speer (foi o arquitecto-chefe e Ministro do Armamento do Terceiro Reich), perseguindo aqueles que produzissem artigos difamadores ao regime Nazi e a Hitler, enquanto Speer ajudava Goebbels com a exibição da propaganda publicamente.
Foi criado um sistema de censura em que só se podia ler, ver e ouvir aquilo que os Nazis quisessem que o fosse. Desta forma, acreditava-se que as pessoas confiavam naquilo que lhes era dito e os lideres Nazis assumiram que a oposição à censura seria muito pequena e, se praticada, quem o fizesse seria facilmente apanhado.
Em Janeiro de 1933, livros que não concordassem com os ideais Nazis foram queimados publicamente, tendo sido tudo isto organizado por Goebbels. O mesmo foi feito com filmes.
Era preciso assegurar que toda a gente ouvia o que Hitler dizia e Goebbels acreditava que se Hitler desse um discurso, as pessoas tinham que estar disponíveis para o ouvir.

Frases atribuídas a Joseph Goebbels:
“Para convencer o povo a entrar na guerra, basta fazê-lo acreditar que está a ser atacado.”
“Se uma mentira se repetir suficientemente, acaba por se converter em verdade.”
“Toda a propaganda deve ser popular, adaptando o seu nível ao menos inteligente dos indivíduos.”
“Quanto maior for a massa a convencer-se, menor há de ser o esforço mental a realizar.”
“A capacidade receptiva das massas é limitada e a sua é compreensão escassa...”



Ainda é atribuído a Goebbels uma peça de comunicação veiculada logo após o suicídio de Hitler, na qual era narrada a sua morte heróica frente a uma das suas derradeiras tropas e em defesa da sua nação. Logo depois, Goebbels comete suicídio juntamente com a sua esposa e filhos.

Anónimo disse...

Quando subiu ao poder em 1933, Hitler criou um ministério da tornou-se editor do jornal “Der Angrif” (O Ataque),propaganda administrado por Joseph Goebbles, este que publicava difamações dirigidas aos judeus. Os objectivos deste ministério eram assegurar que os ideais nazis fossem propagados através da cultura. O ministro da propaganda, tinha como tarefas principais: assegurar que nenhuma pessoa na Alemanha lia ou via ideias contrárias ao partido Nazi e assegurar que os ideais Nazis fossem manifestos da maneira mais convincente possível.


Alexandra Fernandes
Nº2 11ºE

daniel disse...

"A filosofia por trás de muita propaganda é baseada na velha observação de que todo homem é na realidade dois homens — o homem que ele é e o homem que ele quer ser."

William Feather


“Na opressão do tratado [Versalhes], e no desaforo das suas exigências, reside a maior arma de propaganda para despertar o espírito de uma nação.”

Adolf Hitler, in “Mein Kampf”
– A Minha Luta

A propaganda é um instrumento muito comum nos regimes totalitários, tendo conhecido um grande fervor no período de entre as duas guerras, mas “se este mecanismo pode ser usado em tempo de guerra, também serve nos tempos de paz.”
Os ditadores abraçaram os novos inventos técnicos para cativar as massas, objectivando numa visão única, irredutível e indiscutível. Hitler percebeu a importância da informação na conservação do poder e no ataque aos seus opositores e inimigos, tornando a guerra não apenas “física”, mas também “psicológica” (o que Hitler e os nazis fizeram na Alemanha, consistiu numa autêntica “lavagem cerebral” – como afirmou o historiador Hernst Nolte: “ (…) o fascismo propõe-se a tranquilizar os mesmos homens em relação à angústia de serem livres e sem determinação”).
Antes da Segunda Grande Guerra, a propaganda nazi pretendia criar inimigos externos, ou seja, os países que tinham humilhado a Alemanha com o Tratado de Versalhes; mas também criar inimigos internos: os Judeus - assumindo contornos ainda mais sinistros já que fomentavam a ideia de uma raça ariana superior, e exibindo o seu Fuher como “o salvador” de toda a Alemanha. Foram estes “gestos”, estas “imagens”, estas “palavras” que precederam o crematório de Auschwitz - como afirmou um historiador alemão: “As paredes de Auschwitz não começaram com tijolos, mas com palavras” -, e antecederam um novo período de guerra.
Os cartazes apresentavam um novo modelo de “bem-estar” – na visão totalitária do Reich, sob a trilogia: “Um Povo, Um Império, Um Líder”. O poder da propaganda era infindável. Foi então criado um secretariado de propaganda, liderado por um dos “três grandes” do III Reich (juntamente com Goering e Himmler): Goebels - um ex-comunista que, desiludido, abraçou os ideais nacionalistas imergentes da Alemanha, e o seu novo “messias”: Hitler, usando toda uma série de inovações de um novo século de guerra. A ele deve-se a famosa frase: “Uma mentira dita muitas vezes torna-se uma verdade.”
Esta abordagem, não significa, porém, que regimes democráticos não usem a seu bel-prazer técnicas propagandísticas, agora devemos ter em conta os fins a que pretendem levar os seus ideais.







Bibliografia:
FURET, François, NOLTE, Ernst – Fascismo e Comunismo – edições gravida

Enciclopédia – Memória do Mundo, das origens ao ano 2000 – edições Círculo de Leitores

Enciclopédia: História do Século XX, década a década através das suas imagens – colecção Visão

MAGEE, Bryan - História da Filosofia – edição Círculo de Leitores; ano 2000




Daniel Sousa
Nº10
11ºD

Bruno Fonseca disse...

A propaganda Nazista tem duas vertentes distintas, com aspectos negativos e positivos. Essa propaganda foi o principal instrumento de ascensão e um dos principais pilares de sustentação do regime de Adolf Hitler, o Austríaco que viria a desencadear a II Guerra Mundial. Usou a propaganda de forma espectacular para unificar o país. Identificou e rotulou os inimigos comuns, os judeus e os comunistas, e o alvo, o Tratado de Versalhes, que tinha imposto ao país condições desconfortáveis ao final da Primeira Guerra. Podemos dizer que um dos pontos positivos da propaganda nazista é que ela revelou a engenharia interna da propaganda política, constituída por um conjunto de técnica, arte e ideologia. Isso, em si, não tem partido. Outro ponto positivo foi estruturar a propaganda política de maneira sistémica, incluindo não apenas o uso de todos os aspectos da comunicação política, mas também como o avançando para a redacção dos discursos, a cenografia adequada, o efeito hipnótico do grito de guerra, dos holofotes, do jogo de luzes, da cadência da marcha, de logótipos, da identidade visual etc. Já o lado negativo é que fazia apologia da mentira, por achar que apenas a constância e a continuidade da mensagem bastariam para perpetuar o seu regime e sua ideologia, cujo resultado final se contabiliza em milhões de vítimas inocentes.
No fundo, propaganda é uma tentativa de influenciar a opinião e a conduta da sociedade.
Bruno Fonseca 11º D