segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

PORTUGAL - ESTADO NOVO






O Estado Novo
A revolta de 28 de Maio de 1926 põe fim à Primeira República portuguesa: dissolve as instituições políticas democráticas, extingue os partidos políticos e instaura uma ditadura militar. Se o movimento congregava de início diversas facções ideológicas desde republicanos conservadores a fascistas, depressa a figura do Ministro das Finanças nomeado em 1928, Oliveira Salazar, se irá definir como a principal referência política do novo regime.
Sem rejeitar teoricamente a forma republicana de governo, a nova Constituição de 1933 e as revisões de que foi objecto consagrava um Estado forte, recusando o demo-liberalismo; o nacionalismo corporativo, o intervencionismo económico-social e o imperialismo colonial constituíram as linhas mestras de um sistema de governo que, sobretudo a partir da Guerra Civil de Espanha, se caracterizou pela censura férrea das opiniões discordantes e pela repressão dos seus opositores. A pedra base de aplicação de tais métodos é constituída pela polícia política salazarista a PIDE.
O que não impediu, porém, que, em 1958, a candidatura do general Humberto Delgado em oposição ao candidato do regime, Américo Tomás, apesar de derrotada, abalasse um regime que sobreviveu à morte de Salazar, ocorrida em 27 de Julho de 1970.
O seu sucessor, Marcelo Caetano, apesar de uma prometida e apaziguadora liberalização do sistema político, não consegue mais que uma mudança de nomes nas instituições repressivas e, sobretudo, vê-se a braços com as graves consequências de uma guerra colonial que se prolongava desde 1961. O que esteve, aliás, na origem de um novo movimento militar que, no dia 25 de Abril de 1974, irá depôr o governo e conduzir à restauração da democracia.
historia25.no.sapo.pt/


















- RETIRE DO TEXTO AS PALAVRAS QUE CARACTERIZARAM O ESTADO NOVO.
- QUE SOMBOLOGIA FOI UTILIZADA NO CARTAZ DE PROPAGANDA À VOTAÇÃO NA UNIÃO NACIONAL?

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Memoria de Bergen-Belsen

Vala comum em Bergen-Belsen


Bergen-Belsen, um campo da morte



Ainda me lembro perfeitamente do dia em que fomos libertados de Bergen-Belsen, exactamente há cinquenta anos (...). Lembro-me de beijar as mãos dos soldados britânicos, chorando de alegria: tinhamos vencido, tinhamos finalmente vencido - e eu sobrevivida a Auschwitz antes de vir para Belsen. Lembro-me de implorar algo para comer e beber - a maioria dos cinquenta e cinco homens que nos guardavam tinham simplesmente fugido e há seis dias que não nos davam absolutamente nada: éramos 60 mil cadáveres vivos, vindos de todos os lados, cercando aqueles soldados incrédulos e compassivos, rodeados por 30 mil cadáveres por enterrar, montes de corpos empilhados de qualquer maneira como se fossem lenha.

Os americanos e os ingleses ficaram chocados com a nossa fome desesperada, mas imediatamente abriram os depósitos de comida dos alemães e as cozinhas dos militares aliados e cozeram pão. Nessa noite, distribuiram a toda a gente uma lata de meio quilo de banha pura de porco, dos alemães, e um pão acabado de cozer.

Infelizmente, cerca de dez mil prisioneiros morreram ainda, devido a esta súbita mudança alimentar.

No dia seguinte, os soldados americanos trouxeram depósitos de água equipados com chuveiros. Lavámo-nos e ensaboámo-nos - e vi então que os soldados britânicos nos olhavam com os olhos cheios de lágrimas. De repente percebi. Acabava de ver nos olhos deles que já não éramos um grupo de mulheres jovens, estavamos de facto transformadas nos mortos-vivos sub-humanos que os nossos perseguidores queriam que fôssemos.


Memória de Eva Roden, que tinha 17 anos quando foi libertada (in Expresso, 6 de Maio de 1995)


O Holocausto

Em tempos de intolerância, crises, guerras localizadas é urgente não esquecer a história do século XX.





sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Propaganda anti-semita

Propaganda anti-semita

O anti-semitismo foi uma das características do nazismo que conduziu ao programa "Solução Final" que tinha como objectivo a morte de todos os judeus.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Progaganda nazi







A propaganda foi uma arma fundamental na inculcação dos valores e princípios nazis. Os Cartazes ganharam um lugar primordial na expansão da ideologia nazi.







A EUROPA DAS DITADURAS

A EUROPA DAS DITADURAS

Os Estados Unidos, após a aplicação do New Deal, conheceram melhorias na sua economia. Mas na Europa os efeitos da Grande Depressão mantiveram-se nos inícios dos anos trinta. Se na França e na Grã-Bretanha, os partidos políticos de uniram para enfrentar a grave situação social e económica, a Alemanha, Espanha e Portugal enveredaram pelo caminho da ditadura e do totalitarismo. A estes países se veio juntar a Itália que, no contexto da crise económica do primeiro pós guerra, já havia seguido esse caminho.




quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A Grande Depressão nos EUA



Nesta apresentação podem ver a evolução da Grande Depressão dos anos trinta nos EUA, os seus feitos e as tentativas de solução. Esta apresentação é da autoria de Maria José Barroso.